Noite passada tive um sonho louquíssimo.
Vejam, que há alguns dias que não posto,pois estou bem doente e tenho tido problemas para dormir.
Eis que esta noite havia me reservado uma surpresa digamos "estranha"...mas primeiro devo explicar do que se trata,ou melhor de quem se trata.
Há mais ou menos um ano e meio,que gosto de um rapaz. Ele é bonito,inteligente,bem sucedido,trabalha, é engraçado e etc. Seria perfeito, e eu obedeceria os meus instintos de 'chegar' nele sem hesitar se, ele fosse digamos...humilde.É. Isso mesmo que você leu.
Todas as qualidades que ele tem se perdem quando se chega mais perto e é exatamente por isso que eu nunca me posicionei com relação a ele.
Maaaassss....eu como toda boa romântica não assumida me contento em admirá-lo de longe mesmo.
Enfim, sobre noite passada: Troquei a roupa de cama, tomei banho, e deitei.Ouvi um pouco de música e de repente estava com sono.Adormeci.
Abri os olhos e 'vi' que estava em uma praça aqui da minha cidade, que é bem conhecida,sentada, num pit dog também conhecido e na mesa, o rapaz.
Ele conversava animadamente comigo e eu tive a sensação de que havia apenas piscado por milésimos de segundos.Em cima da mesa algumas garrafas de nossas cervejas importadas favoritas indicando que apesar de estar anoitecendo,nós deveríamos estar ali por algumas horas seguidas.Ele não parou de falar,parecia feliz de estar ali,parecia que queria estar. Achei estranho,uma vez que apesar de interessada nunca dei/puxei muito papo com o cara, e do nada lá estava eu sentada, ''papeando com o dito''.
Daí no meio de uma conversas sobre empresas ( Who the hell talks about that on a date?) ele interrompe o que iria terminar de dizer e me pergunta:
- Mas você vai mesmo fazer? Porque eu só faço se você fizer.
- Claro. Eu prometi,não foi? - respondi automaticamente como se soubesse do que se tratava.
-Então eu vou fechar a conta aqui e a gente vai daqui mesmo,pra não enrolar.
-Ok.
Me senti meio tonta,acho que por causa da grande quantidade de cerveja que havíamos tomado, e por outro 'mágico' segundo me peguei fechando os olhos.Quando abri estávamos em um estúdio de tatuagem também muito conhecido aqui em Goiânia.
Ele sorria e me perguntava se eu estava bem,se havia sentido dor, se havia ficado tonta.
Eu retribui o sorriso,achando que finalmente ele havia deixado de ser o mala que sempre foi e que finalmente nós poderíamos estar nos conhecendo..quando eu olhos para onde estava deitada.
Eu estava na cadeira do tatuador com duas novas e enormes tatuagens. No meu pé direito jazia um Coyote ( é,aquele do Papa Léguas) e no esquerdo, pasmem havia o Jerry ( Sim, o do Tom.)Até aí tudo bem, pois sempre fui e serei grande fã de clássicos dos desenhos, ainda que na vida real ( e sóbria) eu escolheria outros personagens e locais para serem tatuados,mas....
De repente ele olha para os meus pés e diz:
- Ei,lindinha, ficou igualzinho! Olha só,agora temos tattoos iguais! - todo empolgadinho o moço.
-O quê? Mas que M**** é essa! - não disse em voz alta,para o tatuador não pensar que era sobre o nível do desenho em si.
- Uai, não era isso que a gente veio fazer? Foi você mesma que escolheu os desenhos. - murmurou ele em tom meio desanimado.
- Por favor seja de chiclete,por favor seja de henna!!! - eu pensava comigo mesma.
Acordei hoje de manhã olhando para os meus pés procurando saber se de fato havia sido um sonho,ou se eu realmente tive essa infeliz ideia. Graças a Deus foi sonho. Só sonho.
A parte ruim é que eu meio que me senti mal comigo mesma. Em parte por ter 'topado' sair com o cara,ainda que no sonho, não faz parte dos meus planos pelos motivos supracitados.Em parte pela tatuagem que eu odiaria compartilhar um desenho com alguém.Em parte pela possibilidade de estar de certa forma "conectada para sempre" a alguém, e eu devo confessar que esse talvez seja o meu maior medo.
Enfim é isso...divirtam-se com a história.
2/28/2014
2/24/2014
Você não me conhece
Você me quer bem
Quando eu tô legal
Te incomoda por quê?
Me faz bem
Pra jogar na cara
O que acabou de fazer
Me deprime, me derruba
E depois reza por mim
E o meu crime, apagar as velas antes do fim
Você começa esse jogo chato e eu acabo
Manda seu Boeing na torre, não desabo
Desfila sua vida cor-de-rosa e eu caso com o diabo...
Na sua ironia burra, dou cabo
Meu bem, nem tô passando pires, nem babo
Desfila sua vida cor de rosa e eu caso com diabo ...
Você não me conhece
Mas me ama pra sempre pq te convém
Desaparece
Se pinta outro atalho
Não sou mais ninguém
Quem nunca confere o que pode estar além :
Quem com o ferro não fere, será ferido também!
Você não me conhece
2/20/2014
Eternal Sunshine of a Spotless Mind (and what it is really about).
O filme:
Joel Barish é um homem emocionalmente retirado e Clementine Kruczynski é a namorada, que é um espírito livre disfuncional. Eles estão inexplicavelmente atraídos um pelo outro, apesar de suas diferentes personalidades.
Eles não percebem que, no momento, mas eles são ex-amantes agora separados, depois de dois anos juntos. Depois de uma luta desagradável, Clementine teve suas memórias de seu relacionamento apagado de sua mente. Ao saber disso, Joel é devastada e vai ao médico para ter o mesmo procedimento feito. No entanto, embora inconsciente, Joel tem dúvidas e decide que quer manter suas memórias de Clementine.
A Realidade:
O cara age como um babaca, perde a mulher que ama. É tão ruim para ela que a única forma que ela encontra de suprir o sofrimento deixado pela lacuna que a ausência presencial ( e constante) dele causa é apagando ele da memória.
Aí ele resolve brincar de apagá-la também.O que não resolve já que todos nós como bons adultos sabemos que: se você corre de um problema,ele te alcança de qualquer jeito.
Quando ele está conseguindo esquecer a mulher, ele 'descobre' que na verdade não é isso realmente o que ele gostaria e que no fundo o que ele estava tentando dizer ( porém NÃO DISSE)é que ele queria uma outra chance.
Ao invés de apreciá-la e a sua mente brilhante, ele em todo momento tenta fugir da realidade que tem com ela. E qual não é a surpresa quando a lembrança dela é que o ajuda o tempo todo?
Sabe qual é a única preocupação do protagonista e a frase mais repetida no filme? "Não está funcionando,eles não estão olhando para mim."
Resumindo, ele é um cara egoísta,fechado,anti social,mimado e que indiretamente culpa a moça.Tem um cara afim dela e que talvez possa fazê-la feliz,mas ela está muito ocupada tentando ajudar o ex...é a vida né?
P.S: Destaque especial para o Mark Rufallo.
2/19/2014
Do que nos interessa.
Eu chorei até a cabeça doer aquele dia. Com os olhos perdidos,no meu quarto escuro.Não soube muito o que fazer, ou para onde ir então fiquei no quarto. Não vi passar aquela semana inteira.
Eu tenho necessidade de 'curar' as pessoas,sabe? De consertá-las,ou morrer tentando fazer isso acontecer,mas a verdade é que você nunca quis ser 'reparado' ou 'curado'.E eu insistia nisso, pensando com meus botões, você não precisava disso. Você não precisava de mim.
E quando me caiu a ficha de que desatamos o 'nós',só me restou ficar para trás.
Muito tempo se passou desde aquele dia e eu não só sobrevivi,como também me virei. Até que me saí bem.
A gente sempre pensa que vai realmente fazer diferença,que vai mudar a vida do outro,mas na verdade não muda nada,e é só por isso que não te aceito de volta.
Isso mesmo,que você leu. Você não mudou nada para mim,em mim.Eu mudei.Eu me curei,e me salvei,e me consertei. Não precisei de você. Não precisei mais...Tu faz alguma ideia do que isso significa?Todo aquele brilho que você tinha no olhar,se foi e eu me acostumei a viver no mundo escuro e sem nenhum glamour.
Então se eu não quis mais que culpa tenho eu? Se foi você mesmo que tantas vezes foi embora e tantas vezes voltou e sempre fazendo o estrago que queria.
Só me adaptei à sua situação. Vamos lá...você nem sabe o que você quer da vida!
Que culpa tenho eu?
Esses dias achei uma carta tua que achei que havia jogado fora. Não sei a que propósito,mas guardei-a novamente,desta vez em um lugar seguro com um bilhete dizendo: "Isto é um aviso". Só pro caso de eu talvez achá-la de novo e voltar a lê-la,sabe como é,né? Precaução.
Eu tenho necessidade de 'curar' as pessoas,sabe? De consertá-las,ou morrer tentando fazer isso acontecer,mas a verdade é que você nunca quis ser 'reparado' ou 'curado'.E eu insistia nisso, pensando com meus botões, você não precisava disso. Você não precisava de mim.
E quando me caiu a ficha de que desatamos o 'nós',só me restou ficar para trás.
Muito tempo se passou desde aquele dia e eu não só sobrevivi,como também me virei. Até que me saí bem.
A gente sempre pensa que vai realmente fazer diferença,que vai mudar a vida do outro,mas na verdade não muda nada,e é só por isso que não te aceito de volta.
Isso mesmo,que você leu. Você não mudou nada para mim,em mim.Eu mudei.Eu me curei,e me salvei,e me consertei. Não precisei de você. Não precisei mais...Tu faz alguma ideia do que isso significa?Todo aquele brilho que você tinha no olhar,se foi e eu me acostumei a viver no mundo escuro e sem nenhum glamour.
Então se eu não quis mais que culpa tenho eu? Se foi você mesmo que tantas vezes foi embora e tantas vezes voltou e sempre fazendo o estrago que queria.
Só me adaptei à sua situação. Vamos lá...você nem sabe o que você quer da vida!
Que culpa tenho eu?
Esses dias achei uma carta tua que achei que havia jogado fora. Não sei a que propósito,mas guardei-a novamente,desta vez em um lugar seguro com um bilhete dizendo: "Isto é um aviso". Só pro caso de eu talvez achá-la de novo e voltar a lê-la,sabe como é,né? Precaução.
Janta.
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I'm sad
I take my ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together
I can forget about myself trying to be anybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I'll let you stay with me if you surrender
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I'm sad
I take my ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together
I can forget about myself trying to be anybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I'll let you stay with me if you surrender
Por Marcelo Camelo e Mallu Magalhães.
2/18/2014
Um bom começo.
Ele não tinha o que fazer quinta-feira a noite, então chamou sua namorada e decidiram se unir a um grupo de amigos íntimos.
Ela morava na mesma rua havia 2 anos, e a julgar por tudo o que se resumia estes anos,estar num bom bairro ainda sim não faria diferença.
Algumas pessoas dizem que foi sorte, outras azar, e ainda há aqueles que disseram coisa ou outra sobre destino e predestinação.Não que os dois acreditassem nisso,mas bastou um dúvida brotar,para que o acaso fosse o culpado de tudo.
Ela estava de jeans claro, e uma camiseta.Tênis,sempre de tênis...sentou-se e olhou para os pés,lembrando de quantas vezes a sua mãe dissera que iria fazer 15 anos e já passava da hora de se vestir como uma "moça".Riu sozinha imaginando o discurso de sempre...
A campainha tocou,ou melhor berrou aos ouvidos dos poucos convidados que estavam ali na sala de estar,três ou quatro pessoas no máximo.No intuito de ajudar os anfitriões, guardava consigo as chaves do portão e da porta da frente.
Abriu o portão. Sabia que chegariam mais pessoas. Bateram na porta. Duas vezes.
Girou a maçaneta e puxo-a e então...
Ele arrumou a camiseta e o óculos,deu o braço a namorada,para certificá-la de era a sua companhia favorita. Não que fosse,mas ele sabia que as mulheres sempre precisam de um gesto de confiança quando se está em território estranho ;
Tocou a campainha,sabia que deveriam demorar,os amigos, donos da casa deveriam estar no banho,ou preparando os últimos detalhes. Era dia de comer doce, e essas coisas dão trabalho para serem arranjadas.
Atravessaram juntos o portão de entrada e seguiram pelo alpendre de ardósia escura até a entrada da casa;Bateu na porta duas vezes para se certificar que ouviriam.Havia feito esse caminho milhares de vezes e sempre era a mesma coisa,até que...
A porta se abriu e ela deu de cara com ele. Literalmente. Passaram-se alguns segundos em silêncio sustentando o olhar daquele cara,até que a namorada do rapaz interveio e cumprimentou-a. Ela respondeu sem dar muita atenção ao que aquela bela loira havia lhe dito.Procurou ser simpática, e se manter firme ao mesmo tempo,estendeu a mão à moça, e apertou a dela.
Ele ficou alguns segundos sem ar,mas tentou manter o semblante sereno. Nunca havia visto alguém assim.Sorriu aberto como se se conheciam haviam séculos.Ficou calado,sem saber quem apresentaria primeiro,a namorada ou ele mesmo.Quando chegou a vez de se apresentar,então, ao invés de um aperto de mão,deu um abraço. Um abraço forte,que foi prontamente correspondido.Falou sobre conhecidos em comum com aquela garota,e sem saber mesmo o porquê,quis ficar até o fim da noite.
Ela sorriu e corou. Pensando se talvez não conhecesse realmente aquele cara de algum lugar. Devolveu o abraço,na mesma intensidade,riu nervosa e achou bonitinho o gesto inesperado.
Daí pra frente quis ouvir o que ele tinha a dizer e se ele tinha queria saber.Logo ela que nunca ouvia ninguém,quis ficar até o final da noite,até o final da vida.
Ela morava na mesma rua havia 2 anos, e a julgar por tudo o que se resumia estes anos,estar num bom bairro ainda sim não faria diferença.
Algumas pessoas dizem que foi sorte, outras azar, e ainda há aqueles que disseram coisa ou outra sobre destino e predestinação.Não que os dois acreditassem nisso,mas bastou um dúvida brotar,para que o acaso fosse o culpado de tudo.
Ela estava de jeans claro, e uma camiseta.Tênis,sempre de tênis...sentou-se e olhou para os pés,lembrando de quantas vezes a sua mãe dissera que iria fazer 15 anos e já passava da hora de se vestir como uma "moça".Riu sozinha imaginando o discurso de sempre...
A campainha tocou,ou melhor berrou aos ouvidos dos poucos convidados que estavam ali na sala de estar,três ou quatro pessoas no máximo.No intuito de ajudar os anfitriões, guardava consigo as chaves do portão e da porta da frente.
Abriu o portão. Sabia que chegariam mais pessoas. Bateram na porta. Duas vezes.
Girou a maçaneta e puxo-a e então...
Ele arrumou a camiseta e o óculos,deu o braço a namorada,para certificá-la de era a sua companhia favorita. Não que fosse,mas ele sabia que as mulheres sempre precisam de um gesto de confiança quando se está em território estranho ;
Tocou a campainha,sabia que deveriam demorar,os amigos, donos da casa deveriam estar no banho,ou preparando os últimos detalhes. Era dia de comer doce, e essas coisas dão trabalho para serem arranjadas.
Atravessaram juntos o portão de entrada e seguiram pelo alpendre de ardósia escura até a entrada da casa;Bateu na porta duas vezes para se certificar que ouviriam.Havia feito esse caminho milhares de vezes e sempre era a mesma coisa,até que...
A porta se abriu e ela deu de cara com ele. Literalmente. Passaram-se alguns segundos em silêncio sustentando o olhar daquele cara,até que a namorada do rapaz interveio e cumprimentou-a. Ela respondeu sem dar muita atenção ao que aquela bela loira havia lhe dito.Procurou ser simpática, e se manter firme ao mesmo tempo,estendeu a mão à moça, e apertou a dela.
Ele ficou alguns segundos sem ar,mas tentou manter o semblante sereno. Nunca havia visto alguém assim.Sorriu aberto como se se conheciam haviam séculos.Ficou calado,sem saber quem apresentaria primeiro,a namorada ou ele mesmo.Quando chegou a vez de se apresentar,então, ao invés de um aperto de mão,deu um abraço. Um abraço forte,que foi prontamente correspondido.Falou sobre conhecidos em comum com aquela garota,e sem saber mesmo o porquê,quis ficar até o fim da noite.
Ela sorriu e corou. Pensando se talvez não conhecesse realmente aquele cara de algum lugar. Devolveu o abraço,na mesma intensidade,riu nervosa e achou bonitinho o gesto inesperado.
Daí pra frente quis ouvir o que ele tinha a dizer e se ele tinha queria saber.Logo ela que nunca ouvia ninguém,quis ficar até o final da noite,até o final da vida.
2/17/2014
The Heartless B*tch.
Há algum tempo atrás, um amigo me perguntou sobre o que seria a descrição da minha personalidade em um aplicativo de fotos.
- ''Just another heartless bitch" - perguntou ele,enquanto comíamos cada um um sanduíche de pit dog.
- É...acho que foi isso que eu postei,por que? -respondi sem dar muita atenção ao assunto que eu sabia que viria a seguir.
- Não acho que você seja assim, aliás você nunca foi assim comigo.Você é legal...não acho que deveria se denominar assim.
- Mas é o que as pessoas me enxergam, it's not a big deal...- rosnei no ímpeto de acabar logo com aquele assunto enfadonho.
- O que faz com que elas te vejam assim?Você fez alguma coisa muito ruim a elas? - ele sorriu como se eu fosse contar alguma peripécia.
-Não...quero dizer já magooei algumas pessoas,mas não é por isso que eu levo esta fama.Pelo contrário, depois de muito sofrer,evito certos tipos de situações...e algumas pessoas passaram a acreditar que eu não tenho um coração,ou sentimentos, e que eu não ligo.Faço isso para me proteger,sempre.As pessoas as vezes não entendem isso muito bem.
- Me dê exemplos!
- Ok. Se apaixonar- disse isso em um tom mais baixo;
-Ah...entendi,entendi...Ok. -terminamos de comer, pagamos a conta e fomos embora.
- ''Just another heartless bitch" - perguntou ele,enquanto comíamos cada um um sanduíche de pit dog.
- É...acho que foi isso que eu postei,por que? -respondi sem dar muita atenção ao assunto que eu sabia que viria a seguir.
- Não acho que você seja assim, aliás você nunca foi assim comigo.Você é legal...não acho que deveria se denominar assim.
- Mas é o que as pessoas me enxergam, it's not a big deal...- rosnei no ímpeto de acabar logo com aquele assunto enfadonho.
- O que faz com que elas te vejam assim?Você fez alguma coisa muito ruim a elas? - ele sorriu como se eu fosse contar alguma peripécia.
-Não...quero dizer já magooei algumas pessoas,mas não é por isso que eu levo esta fama.Pelo contrário, depois de muito sofrer,evito certos tipos de situações...e algumas pessoas passaram a acreditar que eu não tenho um coração,ou sentimentos, e que eu não ligo.Faço isso para me proteger,sempre.As pessoas as vezes não entendem isso muito bem.
- Me dê exemplos!
- Ok. Se apaixonar- disse isso em um tom mais baixo;
-Ah...entendi,entendi...Ok. -terminamos de comer, pagamos a conta e fomos embora.
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